Sou uma pessoa perfeitamente normal, com momentos de anormalidade. E como todo mundo com sua história pessoal. A maneira como conto isso pode ser que seja diferente. Pode ser que envolva muito sentimento. Aliás, não somente pode como realmente está cheia de emoções, sentimentos bons, crescimentos, desacertos claro, mas sempre com a expectativa de superação e sublimação. Tenho especial atração pelo ser "mulher". Seus mistérios, sua forma de encarar a frustração. Seus exemplos de vida e como convivem com o prazer e com o desprazer.
Sempre fui muito ligado nas mulheres de minha vida. Muitas brigas com minha mãe até a adolescência. Espíritos semelhantes, passionais, vivíamos em conflito. Até elaborei, nos primeiros anos da juventude, processo de auto-piedade. A vida independente trouxe-me ao curso do equilíbrio. Pelo menos nesse assunto.
Fui o neto amado e presente na vida de minha avó. Lembranças tão gostosas de suas mãos, machucadas por uma paralisia, que em esforço constante, ainda se inclinavam para jogar cartas comigo. Seus abraços sinceros e seu exemplo de vida, centro de toda a vida familiar. Em uma expressão, uma "rocha de amor" (puxa vida! essa é a primeira vez que falo assim de minha vó Bidi.)
Possuía uma advogada com mão de ferro. Uma de minhas tias (ora, isso é tão impessoal...) então..., minha tia Célia permitiu que a proximidade que não estabeleci com minha mãe, pudesse ser resgatada, no tempo, com sua presença e agora na lembrança amoro-sa...por vezes meus olhos marejam com estas sensações - os ombros amados de Vera acolhem minha face.
Fui procurar a plenitude da relação com o feminino, realizando meu sonho de menino: casei.
A imaturidade masculina encaminhou a separação - que como gare de trem, ao mesmo tempo que é partida também é chegada. E na metáfora da chegada, ou renascimento, re-nasci com Véra e tudo quanto paralelo a ela Deus me proporcionou.
Hoje, a amplitude da relação com o feminino não posso medir. Pois impossível já que se constrói dia a dia.
Sei que as palavras têm um poder imenso. Uma vez ditas, fazem seu trajeto...não voltam sem agir.
Bom será aquilo que ainda não foi. Pois é o coração de hoje que já o sente, que deseja e constrói.
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
(Olavo Bilac)
Meus primeiros passos na poesia foram ao som de Olavo Bilac, na voz de minha mãe. Aprendi a amar esta língua. Forma e jeito que expressei meus primeiros sentimentos. Com ela aprendi a ser o que sou. E a dizer o que queria ser. E a balbuciar, sôfrego, o amor que sinto pela vida. E a ouvir, tudo de novo, no som infantil da voz de meus filhos...e o murmúrio feliz da amada, companheira de vida...
Não pude deixar de lembrar disso ao ler este texto e testemunhar que a identidade de um povo passa pelo amor e respeito que alimenta pela língua que o une a tantas culturas, como no Brasil. E não nos esqueçamos que não é necessário muito esforço bélico para dominar um povo. Basta matar sua língua, suas culturas, com depreciações mais banais, como tanto tentam fazer com nossa língua materna. Como temos feito com a língua de tantas cultura indígenas. Mas isso fica para outro momento...
Sou apaixonado, total e completamente por este país e por este povo. E tudo que brinca com as palavras me parece saudável de se exercitar. Portanto, compartilho agora. Com o perdão da intromissão...mas como porta entreaberta, que só se abre quando a empurramos...vamos lá.
Vendavais. Tormentas. Nevascas...O deserto...corações que se abalam...
Forças incontroláveis que assustam e movem o ser humano a pensar e repensar sua frágil existência.
Vento, chuva, sol, terra, fogo. Elementos presentes na vida e na morte de todo ser vivo.
Diante de tanta força, pensamos o quanto somos pequeninos...leves...insignificantes...
E, ao mesmo tempo, por imagem e semelhança ao (a) Criador (a), tão supremos e perfeitos. Dignos de Sua infinita e eterna bondade.
Somos, a um tempo, anjos e demônios, dada a nossa perfeita imperfeição .
O evento da doença, tal como os elementos da natureza, tem a capacidade de suscitar muitas reflexões. Especialmente quando envolve afetos tão próximos.
Provoca a preocupação pela dor do ser amado. Ou pela nossa na possibilidade de perdê-lo.
Mas, e para tudo há um mas, há um cabedal de situações não vividas. Não escritas. Não pensadas, quando isso acontece.
E de tudo, fica o agradecimento pelo já vivido.
O testemunho comum de quem se aproxima do fim da vida, quando a mesma foi regada com a fé e com o amor é o de gratidão.
Pelo que aprendemos juntos. Pelo sofrimento que ensina, mas sobretudo pelas alegrias que também unem.
Tenho sido sensibilizado por isso nos últimos dias.
E olho para os olhos que infinitas vezes me viram mamar e vejo surpresa mas força.
Dor física mas paz espiritual.
Está acolhida no seio dos que a amam.
Suportada em suas dores pelo conhecimento científico assim como pelas mãos e corações que nunca, nunca lhe faltarão.
Nossa perfeição, similaridade divina, (re) constroi caminhadas. Como agora.
Somos os mesmos e mesmas de ontem. Mas com a grande diferença de nos sentirmos espiritualmente mais juntos.
- Avante! - Diríamos ao cavaleiro andante.
- Nossos dragões existenciais nada mais são que moinhos de vento virtuais!
Tremendo e oscilando, como o fazem espigas de trigo, mas suportando a fúria do vento, continuamos a crer e amar.
Não gosto de generalizar, especialmente com essa classe de "trabalhadores". Mas é um abuso o que certas pessoas, dispondo dos recursos que suas heranças lhe proporcionaram, fazem com a vida e o respeito aos cidadãos brasileiros.
Ainda que se critique a forma como alguns repórteres, jornalistas, encaminham seu trabalho é salutar contar com suas investidas para mostrar a face oculta da vergonha e da falta de pudor de certas pessoas detentoras de cargos públicos.
Não aceno bandeiras nem siglas políticas. Creio num pensamento que valorize o povo desassistido e pobre deste "brasilzão". Morei na Amazônia e pude constatar algumas verdades que me apareciam só na tela da TV.
Estamos numa caminhada rumo a um Estado mais participativo e inclusivo. Mas temos muito a andar ainda. E fazer as purificações necessárias. Os exemplos mostrados nessa matéria se enquadram nessa afirmação. Pessoas despreparadas para a função a que foram alçadas.
Infelizmente são pedras do caminho. E, como bem sabemos, necessárias para valorizar o caminhante cuidadoso.
Vejam abaixo.
O que os meios de comunicação de massa (jornais, TV, rádio, revistas) nos trazem são notícias, em sua maioria, produzidas e distribuidas por conglomerados transnacionais comprometidos consigo mesmos e com seus lucros.
Dessa forma, torna-se difícil a clareza das verdades que orbitam em cada fato. Nessa direção vai a questão da União Européia e seu pseudo-neo-civilismo. Não se muda uma cultura por meio de Leis. O que se faz é acirrar diferenças e impor sacrifícios aos que menos força dispoem.
A discussão sobre a liberdade religiosa só está acontecendo no ocidente. As práticas democráticas tem tido maiores avanças no ocidente. Mas foi esse mesmo ocidente conquistador e colonialista que impôs séculos de jugo.
Seria simplista afirmar que estaria pagando o preço de suas ações. É muito mais que isso. Exemplo de alguma resistência tem sido desenvolvida pela Irlanda, país essencialmente católico que resistiu a UE quanto ao aborto. Para se ver que não é fácil massificar um caldo de culturas mesmo tão semelhantes quanto a Europa.
Imaginemos então como deve ser quando culturas tão diferentes se encontram (por vezes em confronto).
O assunto é cativante. Creio ser importante fazermos um mea culpa, retomarmos a análise sobre o processo de aculturação por que passa o mundo atual e abrirmos as janelas da tolerância para as diferenças que por tanto tempo dividiram os povos.
Nesse particular o povo do grande país da América do Sul dá exemplos de possibilidades.
Colocando-nos no lugar do outro, especialmente quando o outro é minoria, damo-nos a chance de visualizar um pouco de suas dificuldades.
Se de um lado, defendendo os parâmetros de democracia ampla, a comunidade não cristã pleiteia um estado laico, sem difusão de símbolos religiosos na escola pública italiana, de um outro a proibição do uso do hijab pelas mulheres muçulmanas não contribui para a paz nas relações.
Parece que para a imprensa acostumada a dizer o que e como se deve pensar no Brasil (leia-se "Vênus Platinada") o assunto Dunga rende mais que a própria Seleção de Futebol.
Não me parece que estamos vendo um assunto novo. Parreira já tinha engolido alguns sapos. O Felipão também. A novidade é que o Dunga não tem o jogo de cintura que os outros tiveram.
Ele parece ríspido. Mas não foi chamado para ser assessor de imprensa. Nem está em seu contrato que deve dar exclusividade para nenhuma empresa de notícias. E isso está doendo em alguns orgulhos. Pessoas plantam notícias. Insistem em suas mentiras travestidas de informes. Depois sentem-se ofendidas porque estão "trabalhando". Ora, vamos se organizar! deixem o cara trabalhar também! Vamos contribuir para mais esse sucesso do espoprte nacional ou será que já tem gente desejando o retorno da Seleção mais cedo só para dizer que tinha razão?
Para meu entendimento isso é traição a Patria. Mas tem gente que nem sabe o que é isso. Seu país é o dinheiro e sua língua é o lucro.
Sinceramente desejo que esse grupo de homens de bem seja vitorioso. Por várias razões. Entre elas, o óbvio, gosto de futebol. De resultado. E gosto de um grupo disciplinado e sintonizado com seu chefe. E isso Dunga tem feito com competência.
Por fim, notícias dão conta que após a copa Dunga deve deixar a Seleção. Mas claro! Já teria feito seu trabalho. E deixa de ser o bode expiatório de crápulas e enciumados. Arre!
Diz o jornal (vários) que funcionários do hotel onde está hospedada, em Ipanema (RJ), estão proibidos de dirigir o olhar à estrela ou cumprimentá-la.
Inicialmente nem teria porque comentar algo a respeito desta senhora quase senil. Nada que isso a desabone. Faz parte da vida envelhecer. E que bom quando se sabe isso!
Mas devido as condições impostas a sua presença, fico com coceira nos dedos para dizer algo.
É comum a artistas, de diferentes áreas, impor certas condições para sua presença. Uns por segurança, outros por excentricidades gastronômicas.
Outros ainda por não terem na devida conta a sua condição de igual a todos na sua humana condição. E esse é o caso dessa senhora que desde sempre lidou com o escracho.
Bom. Está feito. Veio ao Brasil conhecer a sogra. Mas poderia ter ficado lá fora.
Ora! Não se pode olhar nos olhos da mulher! E já aconteceu de funcionário ser demitido por isso!
A hipocrisia se alicerça no conflito entre a "mise en scène" pseudo social (obras sociais, adoções) e essa sua atitude com pessoas.
Por trás de sua hipocrisia existe um bando de engolidores de novidades (fãs) que mantem o alicerce desta pirâmide social neo-escravocrata .
E um hotel que replica essas relações com seus funcionários (?). Só falta o pelourinho para os casos mais graves.
Todos temos nossas culpas. Cabe a cada um (a) fazer a reflexão no sentido de minimizá-las. Expiá-las (cuidado! É com "x" mesmo!) Mas com soluções pro-ativas.
Mas, sinceramente, para quê tanto espaço para essa senhora?
Como diz o internauta Edmilson (http://www.45graus.com.br/blogdasestrelas/54015/funcionarios_sao_proibidos_de_olhar_para_madonna.html) tem tanto assunto relevante para estarmos preocupados.
Faço meu protesto não para a visita mas para a forma como se lida com pessoas do "alto" do estrelismo e com a cumplicidade de empresários que só visam lucro.
Arre!
Notícia dá conta de que do aço retirado dos escombros do WTC nos EUA foi feito navio que vai reforçar a marinha daquele país.
Diz o texto de que material é feito aquele povo
Eu entendo que um grande povo é feito de famílias.
Famílias que tem empregos.
Famílias que tem perspectivas de vida digna.
Famílias que constroem, em meio as dificuldades, um grande país.
Mas que não mandam seus filhos matarem famílias de outras partes do mundo.
Famílias que não aceitam serem manipuladas pelos poderosos para atender interesses meramente econômicos com o preço do sangue de seus filhos e filhas.
Na senda da história, vez ou outra, países assim se deparam com suas próprias limitações e tem seus imperios ameaçados e, não raro, desmoronarem. Império egípcio, romano,otomano, Atenas, Tróia. Napoleão, Hitler...
Como diz o texto, forjou-se do aço retorcido da destruição não um ícone à vida mas uma arma de destruição. Ainda que se advogue ser para auto defesa, é de destruição.
Capacidade de reação? Superação? Orgulho? Testemunho de força inerente?
Balelas.
Atestam a índole dos que decidiram, de novo, em nome das famílias das vítimas do imperialismo. Jovens iludidos em nome da "Defesa Nacional" que regam de rubro as areias da Mesopotâmia.
Como ha mais de 5000 anos vem acontecendo.
O deserto só não é fértil pelos rios de sangue que correm ao longo da história.
Hoje, por conta de manifestações do "deus" mercado, todos os povos recebem a oportunidade de rever posições, estabelecer novas posturas, gestar novos paradigmas.
Somos, brasileiros e brasileiras, protagonistas de um novo tempo.
Um tempo que não é feito de conquistas a reboque das armas.
Conquistas iluminadas com um sorriso confiante de que somos já, e agora, filhos do novo.
É nos dada a oportunidade de transformarmos o aço retorcido de nossas próprias mazelas em efetivo crescimento como país e nação.
Mais que qualquer outro povo, temos que estar atentos para as manipulações.
Creio e desejo que o "país do futuro" já está aqui.
Nunca pensei que pudesse, em vida, participar ativamente desta construção. Mas contribuí para ela.
Formei bons cidadãos. orientei excelentes pais e mães de família. E continuo com essa missão com meus dois filhos pequenos.
Porque acredito no Brasil. Sou o Brasil.
E todos os povos são nossos irmãos.
E como não sou bobo, só teremos uma paz duradoura enquanto tivermos uma defesa consistente.
Bélica e econômica.
Nunca antes havia me manifestado a respeito de política e/ou justiça desportiva. Sou, eminentemente, um torcedor.
Acompanho os jogos de meu time. Sofro com suas derrotas. Exulto com as vitórias. Adrenalina em alta, porque esse termo virou moda, mas esses sentimentos não influenciam meu humor mais do que os 90 minutos de cada partida. Ou prorrogação.
Pois a paixão esportiva só subsiste porque temos continuidade do descontínuo. Ou seja.
Na segunda-feira, volta-se à vida normal, trabalho, filhos, amigos. Vida, literalmente.
Na quarta-feira tem mais.
E olhando os adversários, reafirma-se a verdade de que nada como um dia após o outro. Que diga o "co-irmão"
Entretanto, movido pelas questões do título da matéria, pela continuidade de decisões para lá de esdrúxulas, ensaio palavras.
Talvez possa fazer algumas perguntas, como leigo que sou no assunto.
Por que entre os integrantes do STJD, inclusive comissões (superior tribunal da justiça desportiva) não existe nenhum gaúcho (a)? (confere em http://www.cbf.com.br/sitestjd/composicao2007.pdf)
Por que num julgamento de um mesmo lance de expulsão de dois jogadores numa partida de futebol somente um sofre suspensão?
Por que uma decisão do STJD vai contra orientações do próprio tribunal no que tange à interferência nas decisões do juiz da partida? Jogador recebe cartão amarelo (falta média), é denunciado por um "procurador" e leva OITO (08) JOGOS (!) de suspensão.
Por que na página eletrônica do órgão (STJD) da CBF não existe como o internauta conhecer as atribuições do tribunal?
E por que a justiça desportiva está a cabresto da confederação? Não deveria ser um órgão imparcial? Sem vinculação com entidades para que seus julgamentos fossem, em tese, desvinculados de interesses?
Ou, "O planeta vai ser o que fizermos hoje, etc...Use sacolas retornáveis!!!" (Vejam só!!)
A campanha deflagrada pelos supermercados (Leia-se Wall Mart e Instituto Akatu-www.akatu.com.br) pela redução do consumo de sacolas plásticas me fez pensar...
Ora. É useiro e vezeiro, pelo menos aqui no RS, o aproveitamento dessas sacolas para acondicionamento do lixo doméstico.
Uma vez reduzido seu consumo, provavelmente até sua extinção, a segunda necessidade tem que ser atendida com um outro material, já utilizado: sacos plásticos coloridos, mais densos, ou seja, mais poluentes e, pagos. Uma estratégia muito providencial dos supermercados que ludibriam a boa fé dos consumidores fazendo-os acreditar estarem contribuindo para a "salvação do planeta", como diz a campanha, mas que traz uma jogada de economia em larga escala. De quebra, um aumento considerável na venda das tais sacolas para lixo.
Fiz questão de comentar o assunto, dentro de uma dessas lojas, com um casal de pessoas idosas, com os corações plenos de boas intenções, levando para casa umas três sacolas "retornáveis".
Confesso que não conferi se tinham sido compradas. Mas não é o caso. Mas se fosse o caso, estaria duplicado o caráter nefasto da campanha.
Não existem propostas para a sociedade para uma educação de acondicionamento do lixo doméstico. Ou seja, vamos continuar necessitando acondicionar em sacolas ou não? Claro que sim.
Mas é claro que os empresários devem estar achando uma verdadeira maravilha a economia que isso projeta. Não tenho números. Nem serão divulgados, claro.
Finalmente, como cidadão consciente, já de há muito em minha residência a produção de lixo orgânico é processada em composteira e o descarte sólido devidamente separado para o recolhimento do serviço público.
Salvo em raros casos de condomínios que aceitam o descarte direto do lixo domiciliar nas lixeiras comunitárias, a "ecologicamente correta" campanha vai mesmo é aumentar a receita dos "pobres e bem intencionados" empresários.
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